CNJ: conselheiro apresenta avanços do Judiciário em sustentabilidade






Publicado em: 20/06/2017.
As iniciativas de sustentabilidade na gestão do Poder Judiciário têm melhorado a eficiência
dos tribunais do país desde a publicação da Resolução n. 201/2015 do Conselho Nacional
de Justiça(CNJ). O consumo de papel não reciclado, por exemplo, teve queda de 9% no
consumo entretodos os ramos do Judiciário, entre 2015 e 2016. Já o consumo de água e
esgoto apresentou uma queda menor, de 1% entre os dois períodos.
“A otimização dos gastos públicos é o que se busca com a logística sustentável”, disse o
conselheiro do CNJ, Norberto Campelo, durante o evento Sustentabilidade na Administração
Pública e o IV Seminário de Planejamento Sustentável do Poder Judiciário, que começou
nesta terça-feira (20/6) em Brasília e vai até a próxima quinta-feira (22/6).
Norberto destacou que o Poder Judiciário registrou uma grande evolução nas práticas de 
sustentabilidade na administração dos tribunais, mesmo que a Resolução 201 seja recente, 
de 2015, data posterior às iniciativas do Poder Executivo que, na visão do conselheiro, 
apresenta atraso na adoção dessas medidas.
Transparência
De acordo com análise quantitativa do Departamento de Pesquisas Judiciárias do CNJ
(DPJ/CNJ), 82 tribunais e conselhos no âmbito do Poder Judiciário já publicaram seus
planos de sustentabilidade até 14 de junho de 2017, o que representa 89,13% do total do país.
“Os planos de logística sustentável dão maior transparência para os gastos públicos
e os tribunais com gastos mais eficientes acabam apresentado melhores resultados e 
têm produtividade muito maior”, enfatizou Norberto.
O conselheiro apresentou o Panorama do Plano de Logística Sustentável no Poder Judiciário 
(PLS/PJ), com destaque à aplicação de boas práticas por parte dos tribunais, como a redução do 
consumo de papel não reciclado, o uso racional de descartáveis, a gestão de resíduos, a economia 
de energia elétrica e programas sociais centrados na sustentabilidade.
Meio ambiente
A Resolução 201 determina aos órgãos do Poder Judiciário a implementação do Plano de 
Logística Sustentável (PLS) para reduzir o impacto ambiental de suas atividades. A Resolução 
também prevê a criação de núcleos socioambientais voltados para o estímulo a mudança dos 
padrões atuais de compra, consumo e gestão dos documentos desses órgãos.
O evento em Brasília é promovido em conjunto pelo Tribunal de Contas da União (TCU), 
Superior Tribunal de Justiça (STJ), Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Tribunal de Justiça do 
Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT)".
Fonte: Agência CNJ de Notícias.


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