A destinação do lixo e o colapso no RJ

Já havíamos divulgado aqui em janeiro de 2010, matéria relativa à promulgação da Lei nº 15.099 do Município de São Paulo sobre a necessidade de conscientização da destinação do lixo e a quem caberia cooperar com esta iniciativa: as empresas de coleta, varredura e a própria população.

Por ironia do destino, a força motivadora da promulgação do diploma normativo residia justamente nos transtornos causados com enchentes e acúmulo de lixo em galerias pluviais, contribuindo para alagamentos em toda a cidade de São Paulo.

Agora, ocorrido o colapso em que vidas foram perdidas no RJ (não se está aqui para apontar culpados, mas encontrar saídas), o Poder Público busca soluções e o dispêndio de recursos se faz necessário com obras de dragagem para evitar novas inundações e todos os problemas daí decorrentes. 

Uma das soluções já apresentada aqui no Licitações Sustentáveis, que, a nosso ver, poderia diminuir o impacto da enchente registrada no RJ (não descartamos o elevado índice pluviométrico registrado e as características de relevo), situa-se na adoção da coleta e separação de resíduos sólidos, à semelhança do que disciplina o Decreto Federal nº 5.940/2006.

Como em toda a matéria que envolve a adoção de ações sustentáveis, via de regra, cabe ao Poder Público, por intermédio de políticas públicas induzir práticas que favoreçam o bem-estar da sociedade (despertando a consciência coletiva) e a nossa solução apresentada acima, indubitavelmente, representa uma delas.


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